Música: Gilberto Gil – Meio de Campo

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João Gilberto – Eu Vim da Bahia – 40 Anos de Bossa Nova


#Recomendadísimo: Jorge Mautner – O Filho do Holocausto (2012)

Publicado el 10/09/2013

Acesse: http://somdobrasa.blogspot.com.br/

O documentário O Filho do Holocausto traz à luz a vida e obra de Jorge Mautner. Filho de refugiados europeus (um judeu austríaco e uma católica iugoslava), ele aprendeu apenas três acordes e realizou uma importante obra, que transcendeu o campo musical e foi reverenciada por importantes nomes da cultura nacional, como Gilberto Gil e Caetano Veloso.

Gênero: Documentário
Direção: Heitor D’Alincourt, Pedro Bial
Roteiro: Heitor D’Alincourt, Pedro Bial
Produção: Canal Brasil
Fotografia: Gustavo Habda
Trilha Sonora: Jorge Mautner
Duração: 93 min.
Ano: 2012


Hoy, música. ¿Dónde queda Haití?

Escribí un post en El diablo se llama Trotsky titulado “Argentina slum“, integrando el análisis de las inundaciones y el crimen social a las tendencias más generales (de degradación de la vida urbana) internacionales… Y también venía pensando en aquel tema que hicieron los grandiosos artistas Veloso y Gil en el disco Tropicalia II llamado “Haití”. Allí se preguntan ¿dónde está Haití?, ¿también aquí, en Brasil?… Un compañero de La Plata mandó un mail diciendo que los barrios parecían “zona de guerra”, así que bien vale el tema para pensar si también, la Argentina, (lamentable, penosamente) “tiene algo” de Haití…

Va un video de Caetano interpretando el tema, y la letra abajo.

(Y acá otra impresionante versión, también en vivo.)

 

HAITÍ

Quando você for convidado pra subir no adro
Da fundação casa de Jorge Amado
Pra ver do alto a fila de soldados, quase todos pretos
Dando porrada na nuca de malandros pretos
De ladrões mulatos e outros quase brancos
Tratados como pretos
Só pra mostrar aos outros quase pretos
(E são quase todos pretos)
E aos quase brancos pobres como pretos
Como é que pretos, pobres e mulatos
E quase brancos quase pretos de tão pobres são tratados
E não importa se os olhos do mundo inteiro
Possam estar por um momento voltados para o largo
Onde os escravos eram castigados
E hoje um batuque um batuque
Com a pureza de meninos uniformizados de escola secundária
Em dia de parada
E a grandeza épica de um povo em formação
Nos atrai, nos deslumbra e estimula
Não importa nada:
Nem o traço do sobrado
Nem a lente do fantástico,
Nem o disco de Paul Simon
Ninguém, ninguém é cidadão
Se você for a festa do pelô, e se você não for
Pense no Haiti, reze pelo Haiti
O Haiti é aqui
O Haiti não é aqui
E na TV se você vir um deputado em pânico mal dissimulado
Diante de qualquer, mas qualquer mesmo, qualquer, qualquer
Plano de educação que pareça fácil
Que pareça fácil e rápido
E vá representar uma ameaça de democratização
Do ensino do primeiro grau
E se esse mesmo deputado defender a adoção da pena capital
E o venerável cardeal disser que vê tanto espírito no feto
E nenhum no marginal
E se, ao furar o sinal, o velho sinal vermelho habitual
Notar um homem mijando na esquina da rua sobre um saco
Brilhante de lixo do Leblon
E quando ouvir o silêncio sorridente de São Paulo
Diante da chacina
111 presos indefesos, mas presos são quase todos pretos
Ou quase pretos, ou quase brancos quase pretos de tão pobres
E pobres são como podres e todos sabem como se tratam os pretos
E quando você for dar uma volta no Caribe
E quando for trepar sem camisinha
E apresentar sua participação inteligente no bloqueio a Cuba
Pense no Haiti, reze pelo Haiti
O Haiti é aqui
O Haiti não é aqui


Gilberto Gil, “máquina de música”

Si me hago un tiempito este fin de semana postearé algunas líneas sobre GG (el Gran Gil -Gilberto-). El bahiano estuvo el jueves pasado en el Gran Rex, presentando su Concerto de Cordas e Máquinas de Ritmo, dando un show excelente de unas dos horas.

Por el momento, vaya una “promoción” de su canal de YouTube, para tengan una idea de la maravilla que sonó hace unos días en el teatro porteño…


Hoy, música: Gilberto Gil

A punto de cumplir 70 años –como Caetano–, Gilberto Gil sigue tocando y publicando discos: hoy salió una nota en O Estado de Sao Paulo muy interesante, donde repasa un poco su carrera. Un verdadero genio creador: vean por ejemplo acá y acá la cocina musical-compositiva del bahiano y después me cuentan… Imperdible.

(¡Y menos mal que no siguió ocupado en cargos ministeriales! Hasta el –ahora ex– presidente Lula da Silva reconocía que lo importante era que Gil siguiera siendo músico, tras la renuncia, en su momento, como Ministro de Cultura.)

Al grano: van tres temas excelentes (y después no me vengan a hablar de los Cafres, los Cadillacs u otras bandas de reagee, salsa o lo que sea 😉): “Extra”, del disco del mismo nombre; “Kaya N’Gan Daya”, de Marley; y “Barracos” (les debo el disco; no recuerdo dónde aparece por primera vez). Todas versiones en vivo.