Marisa Monte x2 (en diarios del Brasil)

La cantante, música y compositora carioca –ya posteada en este blog– apareció hoy en la prensa del país hermano.

Una nota de O Estado… comenta el show que dará, presentando Você Quer Saber de Verdade –un disco que si bien no logra (o no busca) las experimentaciones de, por ejemplo Lenine o Adriana Calcanhotto, es un álbum logrado–, un show titulado “Verdade Uma Ilusão”, donde, como explica ella, habrá una sencilla técnica “low tech”, proyectando “trabalhos de 16 artistas, entre eles Tunga, Luiz Zerbini, Alexandre Brandão, Marcos Chaves, Cao Guimarães e José Damasceno.”

Otra nota del mismo diario dice, hablando de este último disco:

“Engana-se também quem acha que O Que Você Quer Saber de Verdade é apenas mais um CD com canções românticas. “Não é um disco que fala de coisas simples, nem de amor. É um disco existencialista, que fala muito da vida, profundamente, toca em questões filosóficas, existenciais, sobre com fazer escolhas na vida”, diz Marisa.

Seu pensamento está explícito nos títulos das canções, como Seja Feliz, O Que Se Quer, O Que Você Quer Saber de Verdade. “E mesmo as que falam de amor, como Ainda Bem e Depois, são canções de bem viver o amor. Depois é uma música de separação feliz, de desapego, de desejar bem ao outro. Nada mais amoroso do que você querer o bem de uma pessoa que você amou e terminou a relação amando, não odiando. Não faz o menor sentido você ficar dez anos casado com uma pessoa e depois querer que ela morra, que ela seja infeliz.”

(… ) Honestidade. Uma das canções mais positivas do álbum é Seja Feliz, que não entrou no roteiro do show, mas em que há um verso que diz: “Seja feliz com seu país.” Marisa não teve intenção de dar conotação política ao verso e observa que o seguinte é “seja feliz sem raiz”. Porém, diante de tantas barbaridades recentes na política nacional (caso Cachoeira, o novo Código Florestal, Lula aliado a Maluf, entre outros eternos escândalos), não há como escapar da questão: como dá pra ser feliz com o País hoje?”

Y si quieren saber más de lo que opina la artista, respecto a la política, a las redes sociales, a las grabadoras y compañías discográficas, pueden leer el (largo) reportaje del Folha…, donde hacia el final comenta qué cantantes, surgidos luego de ella en la década de 1990, son de destacar:

“Gosto do Cícero [cantor carioca], acho legal porque é autor, ou o próprio André Carvalho, que é filho do Dadi e é super compositor. Outro dia vi um show do Emicida, que é uma graça total, assisti ao Criolo também. O disco da Mallu [Magalhães], “Pitanga”, é lindo. A Tulipa tem um trabalho bonito. A Céu eu adoro, tem coisas lindas. Já vi a Karina [Buhr], participando de uma apresentação do Arnaldo, mas já me disseram, que o show dela é incrível. Vi a Gaby Amarantos, que tem personalidade, é uma pessoa exuberante. A figura dela, o jeito dela, sua auto-estima, tudo isso é muito legal. Me lembra um pouco Alcione, tem uma vibração bacana, é astral. Ela fala “você já viu alguma mulher na periferia ficar triste porque não entra num jeans 36?”. Isso precisa ser dito. Ela é autêntica.”

 



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